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O Blog dos #50


Agora que cheguei aos 50 anos passou-me pela cabeça a ideia de escrever um blog dedicado aos 50. Partilhei esta ideia no facebook e recebi muitos comentários de apoio e incentivo, mas, mais do que isso, muitos amigos, também já nos 50, manifestaram a sua vontade de partilhar comigo esta aventura.

Depois de pensar melhor, desisti da ideia de fazer um novo blog, afinal este "Nada Temer" já tem seguidores, é só lavar a cara, pôr uma roupa nova e tornar-se um pouco mais dinâmico. "Nada Temer" é um bom tema, um bom nome, para quem já entrou nos 50. Afinal, "na vida, não existe nada a temer, mas a entender" (Marie Curie).

Agora o desafio aos meus amigos: vamos lá a opinar, divagar e colaborar aqui no blog.

Pela minha parte, vou tentar ser assídua e inspirada nos posts!!!!


Comentários

  1. VEXA chegou atrasado dois anos... estávamos à sua espera... seja bem vinda!

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  2. ALFREDO CASAL RIBEIRO25 de abril de 2015 às 01:20

    FORÇA PRIMA, OS 50 ENSINAM MUITA COISA DA VIDA... EA RELATIVIZAR MUITA DA FRENÉTICA POSTURA DAS FASES DE MAIS "SANGEU NA GULERA" ... FELICIDADES E VOU PASSANDO POR AQUI. BEIJINHOS...

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    Respostas
    1. Obrigada, Primo! Espero ver-te por aqui e quero muitos comentários teus .... Beijinhos!

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  3. Prima desculpa,eu ainda não cheguei aos 50, mas fica prometido que quando lá chegar vou deitar cá para fora o que me vai na alma. E que acho que quando chegamos a essa idade já podemos e devemos dizer tudo...Prarabéns!!!

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  4. As fintas que eu fiz, cruzamentos mal tirados, desmarcações à linha e correrias desenfreadas, golos de bandeira, apostas perdidas, falhanços incríveis, vitórias e derrotas, empates poucos. Os olhos sempre na frente. suei as estopinhas, ganhei vantagem, facilitei!
    É possível fazer melhor. Nunca me dei por vencido.
    Como existem sempre dois caminhos, podemos até escolher, envelhecendo bem ou envelhecendo mal. Escolhi mesmo envelhecer mal e sinto-me bem por isso.

    (...) «O que me inveja não são esses jovens, esses fintabolistas, todos cheios de vigor. O que eu invejo, doutor, é quando o jogador cai no chão e se enrola e rebola a exibir bem alto as suas queixas. A dor dele faz parar o mundo. Um mundo cheio de dores verdadeiras pára perante a dor falsa de um futebolista. As minhas mágoas que são tantas e tão verdadeiras e nenhum árbitro manda parar a vida para me atender, reboladinho que estou por dentro, rasteirado que fui pelos outros. Se a vida fosse um relvado, quantos penalties eu já tinha marcado contra o destino?»

    Mia Couto, in O Fio das Missangas, 2ªed., Editorial Caminho, Lisboa, 2004, p.84

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