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Sangue jovem


Sigrid, uma mulher só, na casa dos sessenta, sem vida pessoal e uma carreira artística congelada, sente-se envelhecer e decide libertar-se de fantasmas do passado.
A sua relação com duas amigas de escola impediram-na de ser mulher e é hoje vivida como uma prisão. A reunião anual entre as três mulheres tornou-se num ritual insuportável para Sigrid, a cada reunião retoma-se a dinâmica infantil e cruel, e o confronto “entre as feridas antigas e as dores do presente” é-lhe cada vez mais violento. Este ano, Bet e Lily são postas à prova quando Sigrid, farta de ser a Sigge, a “amiguinha estranha”, paga ao filho dos vizinhos, um jovem ator chamado Allan, para se fazer passar por seu amante. Allan, fascinado pelo mistério que envolve Sigrid, aceita a proposta. Perante a notícia da doença de Bet, Sigrid hesita em levar o plano a avante e é Allan quem assume o papel de vingador, crente, por momentos, na possibilidade de um amor entre os dois.

Sangue jovem

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